
Quem me julgar ser louca,
Esquece a imaginação inquieta,
Do movimento dos sonhos,
E da solidão consentida,
Dos loucos por amar em demasia,
Por ser livre no sentir sem sentido,
Por saber definir esse vazio preenchido de saudade,
Por criar uma realidade única,
E defende-la com fervor,
Por possuir licença poética,
E entender assim,
Uma poesia musicada.
Sempre medindo o caminho,
Entre o olhar e lugar,
Entre a loucura e a lucidez,
Entre os outros e vocês,
E não importa,
O agora,
O nunca,
O ainda,
Pois foi assim...
Criei e reformule,
A forma do pensar,
Acompanhado o movimento dos sonhos,
Descrevendo o amor como só quem possui a licença poética,
E como quem conduz o som de uma poesia musicada.
Larissa Perdigão.
Esquece a imaginação inquieta,
Do movimento dos sonhos,
E da solidão consentida,
Dos loucos por amar em demasia,
Por ser livre no sentir sem sentido,
Por saber definir esse vazio preenchido de saudade,
Por criar uma realidade única,
E defende-la com fervor,
Por possuir licença poética,
E entender assim,
Uma poesia musicada.
Sempre medindo o caminho,
Entre o olhar e lugar,
Entre a loucura e a lucidez,
Entre os outros e vocês,
E não importa,
O agora,
O nunca,
O ainda,
Pois foi assim...
Criei e reformule,
A forma do pensar,
Acompanhado o movimento dos sonhos,
Descrevendo o amor como só quem possui a licença poética,
E como quem conduz o som de uma poesia musicada.
Larissa Perdigão.